Mês: Abril 2017 (Página 1 de 6)

Luciano Genésio: uma nova história na política Maranhense…

Luciano Genésio: uma nova história na política Maranhense...

Luciano Genésio: uma nova história na política Maranhense…

O prefeito de Pinheiro Luciano Genésio se sobressai entre os novos gestores do Maranhão, sendo considerado uma das mais promissoras lideranças política do Estado e visto como exemplo a ser seguido.

Recentemente o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) divulgou 168 processos referentes as eleições de 2016 que estão tramitando de forma prioritária.

São 76 Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE); 62 Ações de Investigação de Mandato Eletivo (AIME); 1 Recurso contra Expedição de Diploma e 27 Representações que podem levar a cassação de prefeitos ou vereadores eleitos em 2016.

Já o prefeito que numa campanha limpa derrotou de forma contundente o ex-prefeito Filuca Mendes, não aparece em nenhum processo que possa comprometer a legalidade do seu mandato.

Luciano Genésio hoje não representa apenas a cidade de Pinheiro, mas sim toda região da baixada maranhense, que há anos ficou muda e no esquecimento. O compromisso feito pelo prefeito vem mudando a realidade da população pinheirense dia após dia.

Enquanto muitos municípios vivem a incerteza com os processos que correm contra o tempo, a “Princesa da Baixada” navega em águas brandas da governabilidade e vive com orgulho de ter a melhor administração dos últimos anos.

São Luís ficará sem ônibus a partir da meia noite desta quinta-feira (27)

São Luís ficará sem ônibus a partir da meia noite desta quinta-feira (27)

São Luís ficará sem ônibus a partir da meia noite desta quinta-feira (27)

Representantes das principais Centrais Sindicais estiveram no encontro, que aconteceu na sede do Sindicato dos Rodoviários na manhã de hoje (27), véspera da data marcada para a paralisação dos trabalhadores em todo o país.

Na ocasião, compareceram dirigentes estaduais da CSP Conlutas, CSB, CUT e CTB, que vieram em sinal de apoio, as decisões tomadas pelo Presidente do Sindicato dos Rodoviários, Isaias Castelo Branco, e diretores da entidade.

De acordo com o que foi definido, os diretores do Sindicato dos Rodoviários irão para as portas das garagens das empresas de ônibus, já nas primeiras horas de sexta-feira (28). As equipes vão conversar e orientar os trabalhadores (motoristas, cobradores e fiscais), quanto à importância do engajamento no movimento e de cruzar os braços, ou seja, não exercer a atividade neste dia, marcado para ser de lutas em todo o país. Os coletivos só voltam a circular em São Luís, depois das 16 horas.

Os Rodoviários mantêm posicionamento contrário, as propostas que o atual Governo Temer, considerado por muitos movimentos, como ilegítimo, tenta garantir a aprovação no Congresso Nacional. A Terceirização já passou, mas a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência, ainda precisam ser apreciadas. A Paralisação Nacional tem o objetivo de impedir que as três propostas sejam colocadas em prática no Brasil.

“Diferentemente desse Governo, o movimento desta sexta-feira (28), é legitimo e acima de tudo, preserva, defende os direitos dos brasileiros. Não podemos permitir que o Congresso Nacional, nos apunhale pelas costas. Nossa contribuição aos atos, que irão ocorrer em todo o país é fazer com que a categoria, cruze os braços e nem saia com os ônibus das garagens. É preciso que todos os trabalhadores se manifestem. Não podemos admitir que os brasileiros sejam derrotados. Vamos mostrar para Michel Temer e os aliados dele, que o povo é mais forte e é quem manda no Brasil”, declara Isaias Castelo Branco, Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão

Empresário é preso por sonegação de impostos em São Luís

Empresário é preso por sonegação de impostos em São Luís

Empresário é preso por sonegação de impostos em São Luís

Foi preso, a pedido do MPMA, na tarde de segunda-feira, 24, em São Luís, Nataniel de Andrade Sobrinho. A prisão foi motivada por ação penal em razão de sonegação de impostos. Ele havia sido condenado, em 2015, a quatro anos, cinco meses e dez dias de prisão, a ser cumprida em regime inicialmente semiaberto.

A sentença, transitada em julgado, foi assinada em 13 de novembro de 2015 pela juíza Alessandra Costa Arcangeli, na época respondendo pela 8a Vara Criminal de São Luís, com base em Denúncia oferecida pelo promotor de justiça José Osmar Alves, da 26a Promotoria Especializada da Ordem Tributária e Econômica de São Luís.

Na acusação, recebida em 8 de fevereiro de 2010, consta que o acusado, então proprietário da empresa N de A SABINO, localizada no bairro do João Paulo e constituída para atuar em comércio varejista de mercadorias, teria suprimido imposto de competência estadual (ICMS), entre os meses de janeiro de 2002 e junho de 2003, acarretando prejuízo confirmado por auditoria fiscal no valor de R$ 310.609,43.

Inquirido, o acusado declarou-se dono da empresa, admitindo que por meio dela, adquiria mercadorias dos estados do Ceará e Pernambuco e as revendia muitas vezes sem nota fiscal. Por fim, reconheceu que não recolheu os impostos que deram origem aos autos de infração lavrados contra a empresa.

O promotor de justiça José Osmar Alves baseou-se, nos artigos 1o , I e II da Lei 8.137-90, que diz que “constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, omitir informação ou prestar declaração falsa às autoridades fazendárias e fraudar a fiscalização tributária”. O artigo 69 do Regulamento do ICMS do Estado do Maranhão assinala ainda que “o pagamento do ICMS, pelos contribuintes sujeitos à apuração deve ser realizada até o vigésimo dia do mês subsequente ao da ocorrência dos fatos geradores”.

Ministério Público pede indisponibilidade dos bens do ex-prefeito de Cantanhede

Ex-prefeito Ze Martinho.

Ex-prefeito Zé Martinho.

Em Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa, ajuizada em 24 de abril, o Ministério Público do Maranhão solicita, como medida cautelar, a indisponibilidade dos bens do ex-prefeito do município de Cantanhede, José Martinho dos Santos Barros. Formulou a manifestação o promotor de justiça Tiago Carvalho Rohrr.

Motivou a ACP o não cumprimento pelo Município do convênio nº 146/2013 firmado com o Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur), no valor de R$ 51,5 mil para a realização do projeto “Aniversário da Cidade”. Pelo acordo, o Munícipio financiaria, como contrapartida, o valor de R$ 1.500.00, enquanto o montante de R$ 50 mil seria repassado, em parcela única, pelo governo do estado.

Ao longo da investigação, o MPMA constatou que a prestação de contas apresentada pelo Município havia sido reprovada pelo Estado e, mesmo após notificação da Sectur, a gestão anterior da administração municipal continuou inadimplente.

Entre as irregularidades atestadas estão diferença entre o valor recolhido junto à Sectur e o montante informado na prestação; pagamento de nota fiscal e recolhimento do Imposto sobre Serviços (ISS) após a vigência do contrato; depósito da contrapartida após a vigência do convênio e nota de empenho emitida após a data do evento.

“O fato de o requerido ter suas contas desaprovadas, bem como não ter procedido sua regularização, responsabiliza-o pelo valor recebido, vez que não há comprovação de que os valores recebidos, por meio do convênio, foram devidamente destinados ao seu fim”, afirmou o promotor de justiça Tiago Carvalho Rohrr, na ação.

SANÇÕES

Além da indisponibilidade dos bens do ex-prefeito até o montante de R$ 50 mil, com a finalidade de garantir o ressarcimento ao erário, o MPMA pede a condenação do réu de acordo com o artigo 12, inciso II, da Lei nº 8.429/92 (Lei da Improbidade Administrativa), cujas penalidades previstas são ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio; perda da função pública; suspensão dos direitos políticos; pagamento de multa civil e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.

Falta de infraestrutura em escolas públicas deixa 900 alunos sem aulas no MA

A falta de infraestrutura nas escolas da rede pública de ensino em São Luís está impedindo que há dois meses 900 alunos sejam impedidos de frequentar as aulas. Os pais e alunos estão preocupados com a situação porque não existe previsão de reforma nas unidades.

Amanda Oliveira que estuda em uma das escolas da capital revela que no espaço a iluminação não é adequada, os banheiros não possuem condição de uso e falta até água para beber. “O banheiro tá todo pichado, não tem vaso. A pia tá toda quebrada, tem vez que nem dá água”.

De acordo com a dona de casa Maria Aparecida Alves, que tem um filho que estuda em uma unidade escolar, diz que diariamente vai à escola para saber do início das atividades. “Aí começou. Vai fevereiro e vem dia 20, vem dia 30, vem dia 10. Até hoje. Segunda eu venho, terça eu venho e ele ainda sem estudar. Ele fica “mãe eu quero estudar, mãe eu quero estudar”, desabafou.

Segundo o Sindicato dos Professores, 42 escolas municipais estão com problemas de infraestrutura em São Luís e ainda não retomaram as aulas por causa disso. Algumas das escolas possuem até aparência de abandonadas.

Keliane Alves, que também é dona de casa e possui um filho em uma das escolas matriculadas da rede de ensino municipal teme que o filho perca o ano. “Praticamente tá bem aí o meio do ano e a criança ficar sem estudar. Aí quem perde é a criança”.

A promotora de Justiça, Luciane Melo, diz que o Ministério Público abriu um processo para investigar de quem é a responsabilidade do descaso com a educação. “A vistoria ela tem que ser feita periodicamente como prevenção. Não havendo você vai comprometer todo o início do ano letivo e, inclusive, o término do ano letivo”, finalizou.

Por meio de nota, a Secretaria de Educação de São Luís diz que já fez reparos em 50 escolas e garante que está fazendo a manutenção em outras. A Secretaria disse também que vai elaborar um calendário para a reposição das aulas.

G1;MA

Prefeitura de Ribamar intensifica operação tapa-buraco em toda a cidade

A Prefeitura de São José de Ribamar, por meio da Secretaria Municipal de Recuperação e Manutenção da Malha Viária (SEMMAV), segue realizando serviços tapa-buracos e de melhorias na infraestrutura viária do município. Essas ações foram iniciadas desde o primeiro dia de janeiro deste ano. O objetivo é garantir a trafegabilidade de ruas e avenidas completamente destruídas pela falta de manutenção e conservação nos últimos seis anos.

O trabalho que já atingiu em sua primeira etapa, cerca de 30 localidades, entre elas, avenidas importantes como Panaquatira, Mascarenhas de Moares, Araripina, Gonçalves Dias, além da Avenida João Alves Carneiro e Joaquim Mochel – que dão acesso a vias coletoras de grande fluxo, unidades de saúde, e escolas – foram priorizadas, como forma de garantir acessibilidade para a população e motoristas.

O secretário Hilário Ferreira conta que a operação de reconstrução da malha viária do município também está avançando para os bairros e vilas, atendendo assim antigas demandas de ruas completamente deterioradas, algumas inclusive com trechos cortados pelas crateras formadas no local.

“O que estamos enfrentando é inimaginável para um município. Foram seis anos de completo abandono que resultaram no comprometimento total de direitos constitucionais da população que o é de ir e vir. Para se ter ideia, de janeiro até hoje não paramos um só dia, no compromisso de minimizar os transtornos da população”, contou.

O secretário também explica que ruas com um comprometimento asfáltico maior, localizadas em bairros como Parque Vitória, Vila Flamengo, J. Câmara, Vila Kiola, Turiúba, Jardim Tropical, Mata e Matinha, também já receberam e ainda estão recebendo serviços emergenciais de pavimentação. “Nesta primeira etapa, o cronograma emergencial vai atender todas as localidades destruídas, ou seja, sem condições de trafegabilidade. Após o período de chuvas vamos trabalhar para garantir obras definitivas, sobretudo nas áreas já mapeadas pela equipe técnica e que necessitam de sérias intervenções”, garantiu.

Melhorias 

A operação segue atendendo áreas importantes do município. Atualmente, cerca de 18 localidades passam por melhoramento de trafegabilidade, entre elas trechos seriamente comprometidos, nos bairros do Centro, São Raimundo, Vila São Luís, Trizidela da Maioba, Araçagy, Parque Araçagy II, Comunidade São Paulo, Alonso Costa, Jardim Tropical, Vila Sarney Filho, Dr. Julinho, polo agrícola Itapary, estrada de São Brás dos Macacos além de estradas.

Câmara promulga lei que proíbe Uber em São Luís

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum (PR), assinou na manhã desta terça-feira (26) a promulgação da Lei de nº 119/2015, de autoria da vereadora Luciana Mendes, que proíbe o uso do aplicativo Uber em São Luís.

Na terça feira(25), taxistas realizaram um protesto contra o uso do aplicativo e acompanhados do deputado Cabo Campos e da ex-vereadora Luciana Mendes, uma comissão de manifestantes foi recebida pelo presidente da Casa – vereador Astro de Ogum (PR).

A promulgação da lei foi a principal reivindicação feita pela comissão ao presidente. A matéria foi aprovada pelo plenário do Legislativo Ludovicense e encaminhado para a sanção do prefeito Edivaldo Holanda Junior, o que acabou não acontecendo.

Por conta da omissão do chefe do Executivo, a matéria retornou para a Câmara Municipal para que os procedimentos legais fossem adotados. Segundo a ex-vereadora, o prefeito Edivaldo não sancionou a Lei, razão pela qual coube ao presidente do Legislativo  tal prerrogativa.

Durante a reunião, o presidente sinalizou em favor dos taxistas.  “Sempre atendemos as minorias com muito respeito, nesta Casa. O aplicativo deve ser suspenso até que a empresa se regularize”, explicou o presidente. A lei já foi encaminhada para publicação no Diário Oficial no Município.

Bom Jardim: Lidiane Leite, Beto Rocha e mais três pessoas são denunciadas pelo MP

Lidiane Leite, Beto Rocha e mais três pessoas são denunciados por lavagem de dinheiro e fraude em licitações

Lidiane Leite, Beto Rocha e mais três pessoas são denunciados por lavagem de dinheiro e fraude em licitações

A Promotoria de Justiça da Comarca de Bom Jardim ofereceu, no último dia 17, Denúncia contra a ex-prefeita Lidiane Leite da Silva; Humberto Dantas dos Santos, o “Beto Rocha”, ex-secretário de Articulação Política; Antônio Oliveira da Silva, sócio da empresa Zabar Produções; Karla Maria Rocha Cutrim, sócia da empresa Zabar Produções; e Fabiano de Carvalho Bezerra, real proprietário da empresa A4. Eles são acusados de uma série de crimes relativos a fraude em licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.

Na Denúncia, o Ministério Público trata de dois processos licitatórios e os contratos assinados posteriormente. As investigações apontam fortes indícios de montagem dos processos licitatórios e mais uma série de irregularidades. Os empresários beneficiados teriam, inclusive, ido à prefeitura, acompanhados de Beto Rocha, pressionar a Comissão Permanente de Licitação (CPL) para que elaborasse os procedimentos de forma rápida.

A Tomada de Preços n° 01/2013 tinha por objeto promover a reforma de 13 escolas da rede municipal de ensino e foi vencida pela empresa Zabar Produções, empresa que, segundo o seu proprietário, Antônio Oliveira da Silva, faz shows, terraplanagem, limpeza pública, comércio e reforma de prédios. A Zabar foi a única empresa supostamente presente à licitação.

Oficialmente, a licitação teria ocorrido em abril de 2013, o que contraria o depoimento do presidente da CPL à época, Antônio Américo de Sousa Neto, que afirma ter presidido a comissão entre janeiro e maio de 2013, período em que não foi realizada nenhuma licitação. Segundo ele, os documentos relativos à TP n° 01/2013 foram assinados apenas no ano seguinte, quando Lidiane Leite foi afastada do cargo. Os documentos teriam sido levados pelo vereador Arão Sousa da Silva, a mando de Beto Rocha.

Além disso, a Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça apontou uma série de irregularidades que indicam a montagem do processo licitatório. Documentos apresentados pela Zabar Produções, por exemplo, foram produzidos após o suposto horário da sessão pública de licitação. A ata da sessão, inclusive, não está assinada pelo licitante e nem pelos demais membros da CPL. Também não foram assinados o Termo de Homologação, o Instrumento de Contrato e o parecer jurídico da tomada de preços

Também não há documento que declare a existência de recursos financeiros para a contratação nem projeto básico. “Sem esse projeto, não há como a administração saber se a proposta apresentada é viável ou se ela está superfaturada”, observa, na ação, o promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira.

Nem mesmo as exigências do edital elaborado pela própria prefeitura foram atendidas pela Zabar Produções. A empresa não possuía registro junto ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e seu patrimônio era insuficiente, visto que era exigido que a empresa tivesse pelo menos 10% do valor do contrato.

CONTRATO
Em depoimento, Antônio da Silva afirmou que, em três anos e meio de existência, sua empresa ganhou apenas duas licitações, ambas em Bom Jardim. Segundo ele, a empresa tinha duas sedes mas não se lembrava onde ficava uma delas. O empresário também não lembrava quantos empregados a empresa teria.

De acordo com o proprietário da Zabar Produções, a empresa teria recebido R$ 1 milhão da Prefeitura de Bom Jardim, dos quais ele teria ficado com R$ 100 mil. O total restante teria sido repassado a Beto Rocha. As investigações, no entanto, verificaram que foram transferidos para a conta de Antônio da Silva R$ 1.753.591,17 entre os meses de maio de 2013 e 2014, valor superior ao previsto em contrato.

Cerca de 80% deste valor foi repassado à empresa menos de quatro meses após a celebração do contrato, quando as obras sequer haviam sido iniciadas. Posteriormente, a empresa decidiu que faria as obras em apenas quatro das 13 escolas previstas. Ressalte-se que, dessas 13 escolas, duas simplesmente não existem no Município.

“Além disso, apesar de Antônio afirmar reiteradamente que reformou quatro escolas, ele não tem nenhuma prova do serviço de engenharia prestado. Ele não apresentou notas fiscais de aquisição de matéria-prima, nem apresentou contratos de trabalho, nem recibo de pagamento de débitos previdenciários”, observa Fábio de Oliveira.

ALUGUEL DE VEÍCULOS
Outro contrato analisado pelo Ministério Público do Maranhão decorre do Pregão Presencial n° 17/2013, com valor aproximado de R$ 2,7 milhões, para aluguel de veículos para a Prefeitura de Bom Jardim. A suposta vencedora foi a empresa A4, que não tinha nenhum veículo registrado e teria sublocado carros e caminhões para servir ao Município.

O suposto sócio da empresa, Anílson Araújo Rodrigues, afirmou em depoimento que nunca foi empresário e, sim, um motoboy contratado por Fabiano de Carvalho Bezerra. Ele também garantiu que nunca esteve em Bom Jardim e que teria assinado a ata da sessão pública de licitação em outro local e momento. Anílson Rodrigues também afirmou desconhecer assinaturas tidas como suas em diversos documentos.

O próprio Fabiano Bezerra confirmou pagar R$ 3 mil mensais para que os dois supostos proprietários da empresa A4 atuassem como “laranjas”.

O Ministério Público solicitou, por diversas vezes, cópias dos contratos de sublocação, não tendo sido atendido. Só se teve acesso aos documentos após o afastamento de Lidiane Leite, quando a ex-vereadora Sandra Regina teria encontrado-os na sede da prefeitura. Os certificados de registro dos veículos estavam acompanhados de uma tabela com nomes, endereços, placas de veículos e outras informações.

Essas pessoas foram ouvidas pelo Ministério Público e alguns afirmaram sequer possuir um carro, enquanto outros fizeram contratos verbais com Beto Rocha para disponibilização de seus veículos. Vários deles também afirmam nunca ter prestado qualquer serviço ao Município, embora recebessem valores, peças de carro ou mesmo tivessem empregos na administração municipal.

Chama a atenção o caso de uma cunhada de Antônio da Silva, proprietário da Zabar, que teria 18 contratos de sublocação de veículos pesados, totalizando quase R$ 200 mil mensais. Em depoimento ela afirmou não trabalhar com aluguel de veículos e que a sua única renda seria o salário de professora, de R$ 724.

O Pregão Presencial n° 17/2013 também passou pela análise da Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça, que apontou irregularidades como a ausência de justificativa para a contratação, falta de cotação de preços e parecer jurídico, que deveria anteceder o edital, datado de quatro dias depois de seu lançamento. Também não há termo de adjudicação da licitação e falta uma série de documentos exigidos da empresa.

Outro detalhe é que a solicitação de dotação orçamentária tratava da aquisição de gás de cozinha. “Isso demonstra a falta de cuidado na falsificação dos documentos necessários para tentar dar aparência de legalidade ao certame”, afirma o promotor Fábio de Oliveira.

De acordo com o membro do Ministério Público, “se observa nos comprovantes de transferências bancárias que a maior parte dos recursos usados para pagar a A4 e a Zabar vieram de fundos da educação, que nem poderia ser usados para fins diversos do costeio de pagamento de pessoal da educação”.

CRIMES
Na Denúncia, o promotor Fábio Santos de Oliveira elenca crimes cometidos por todos os envolvidos e aqueles específicos de cada um. Todos os envolvidos foram denunciados por constituir uma organização criminosa, com pena de reclusão de três a oito anos mais multa. Todos também foram enquadrados no crime de lavagem de dinheiro (reclusão de três a dez anos, mais multa) e em sete crimes previstos na Lei de Licitações, cujas penas podem chegar a 27 anos de detenção, além de multa.

Os cinco envolvidos foram denunciados, ainda, por crimes de falsidade ideológica (reclusão de um a cinco anos além de multa) e peculato (reclusão de dois a doze anos mais multa).

Antônio Oliveira da Silva também foi denunciado por corrupção ativa, cuja pena é de reclusão de dois a 12 anos, mais multa. Já Humberto Dantas dos Santos, o Beto Rocha, responderá por usurpação de função pública, visto que exercia de fato o cargo de prefeito de Bom Jardim, sendo inclusive responsável pelos pagamentos realizados pela administração municipal. A pena neste caso, é de reclusão de dois a cinco anos, além de multa.

Já Lidiane Leite da Silva responde pela “recusa, o retardamento ou a omissão de dados técnicos indispensáveis à propositura de ação civil pública, quando requisitados pelo Ministério Público”, com pena de reclusão de um a três anos mais multa; extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento (reclusão de um a quatro anos); e desacato (detenção de seis meses a dois anos ou multa).

Em reunião com Brandão, Professor Stelio solicita novos benefícios para Pinheiro

Em reunião com Brandão, Professor Stelio solicita novos benefícios para Pinheiro

Em reunião com Brandão, Professor Stelio solicita novos benefícios para Pinheiro

O prefeito em exercício do município de Pinheiro, Professor Stelio (PSDB), reuniu-se nesta terça-feira 25 com o vice-governador do Maranhão e presidente do diretório estadual tucano, Carlos Brandão, em busca de novas parcerias com o governo estadual que resultem em mais melhorias para a população da cidade.

Durante o encontro, foi tratado a respeito de ações que viabilizem a implantação em Pinheiro de um Restaurante Popular, além das aquisições de ambulâncias, patrulhas mecanizadas e novas viaturas para a Polícia Militar.

Brandão foi extremamente receptivo aos pleitos apresentados pelo seu companheiro de partido e garantiu empenho no sentido de viabilizá-los.

Professor Stelio exerce interinamente a chefia do Executivo municipal desde a semana passada. O tucano deve permanecer no cargo até próximo do feriado do Dia do Trabalhador, quando o prefeito Luciano Genésio (PP) retomará os trabalhos, já entregando novas obras no município, em vários setores.

O progressista está de licença para tratar de assuntos particulares.

Sergio Vieira agradece o governo por reforça de escola em Açailandia

O deputado Sergio Vieira agradeceu ao governador Flávio Dino (PCdoB), na sessão desta terça-feira (25), por haver atendido, através da Secretaria de Educação, uma demanda antiga existente em Açailândia, a reforma da Escola Antônio Carlos Beckman, cuja previsão de entrega era no final do ano passado, mas que por problemas burocráticos ainda não tinha terminado. Vieira contou que visitou o secretário de Educação e ele determinou a imediata solução do problema.

O deputado afirmou que, nessa semana, os trabalhos da reforma foram retomados e para o mês que vem está programada a entrega da escola, um anseio da população de Açailândia. “É um anseio da comunidade que tem naquela escola o seu lugar de ensino. É um anseio dos pais que vêm cobrando, nós como representantes do governo, como deputado estadual naquela cidade de Açailândia e assim fizemos o nosso papel. Fomos ver onde estava o problema, procurar as soluções”, garantiu.

Também parabenizou governador Flávio Dino pelo programa de abastecimento de água simplificado e informou que apresentou indicações para perfuração de 14 poços, principalmente na zona rural de Açailândia.

“Locais que estavam desprovidos do abastecimento, mas que, com a sensibilidade do governador Flávio Dino em criar esse programa, nós vamos conseguir atender aquelas comunidades, um sonho antigo, água é essencial para sobrevivência humana e o prefeito Juscelino Oliveira desenvolveu os projetos, por meio da prefeitura municipal. Nós acompanhamos o desenvolvimento desses projetos e acompanhado do secretário de Agricultura, o Pastor Oscar, de Açailândia, nós protocolamos o pedido, o projeto de 14 poços artesianos para aquela cidade e tenho certeza de que o Governador Flávio Dino, com toda sensibilidade de criador, de idealizador desse projeto será atendida a reivindicação da população de Açailândia que tanto necessidade desse programa instalado, principalmente na zona rural”, disse.

Outro tema tratado pelo deputado foi a visita que fez à CODEVASF, em Brasília, há 10 dias, tratando de uma erosão existente no centro da cidade, uma cratera de 1.800 metros. O parlamentar contou que a Companhia enviou um engenheiro para fazer o estudo preliminar da erosão e ficou definido que é uma erosão do tipo antrópica onde devem ser feitos os trabalhos de drenagem e de urbanização.

“Nós estamos acompanhando esse trabalho, quero agradecer aqui a diretoria da CODEVASF, o diretor Marco Aurélio, em Brasília, que nós consigamos resolver esse problema, um problema antigo na cidade e um problema que eu tenho certeza de que dessa vez com a união deputado Sérgio Vieira, com a união do prefeito Juscelino, com a união da Câmara Municipal de Açailândia, nós vamos conseguir resolver esse problema, que é um problema que aflige aquela população, há muitos anos, e é assim que nós estamos trabalhando, é acompanhando de perto, cobrando a resolução dos problemas e estaremos sempre atentos para que a gente consiga materializar, a gente consiga levar esse benefício à população daquela cidade”, finalizou.

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